segunda-feira, 4 de setembro de 2006

realidade





Quem não compreende a realidade julgar-se-à sempre incompreendido.

A relidade é demasiadamente simples [para ser compreendida].

A caneta e o papel são os meus olhos na noite [escrever como quem acende fósforos]

terça-feira, 1 de agosto de 2006

o leito da revolução

(foto do telemóvel! «E esta, hem?»)

E aí estava ela sentada, a Revolução, no vão das escadas, ao virar da esquina: sempre por fazer, sempre pronta a ser feita: …«Na cama onde te deitares...!»